Todos os anos no Castelo em Quadrilha
Dançar até cair para o lado
Até cair de exaustão
e purgar tudo o que me atormenta
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Balada do Desajeitado
Sei de alguém por demais envergonhado
Que por ser tão desajeitado
Nunca foi capaz de falar
Só que hoje viu o tempo que perdeu
Sabes esse alguém sou eu
E agora eu vou-te contar
Sabes lá o que é que eu tenho passado
Estou sempre a fazer-te sinais
E tu não me tens ligado
E aqui estou eu
A ver o tempo a Passar
A ver se chega o tempo
De haver tempo para te falar
Eu não sei o que é que te hei-de eu dar
Nem te sei inventar frases bonitas
Mas aprendi uma ontem, só que já me esqueci
Então olha gosto muito de ti
Podes crer que à noite o sono é ligeiro
Fico à espera o dia inteiro
Para poder desabafar
Mas como sempre
Chega a hora da verdade
E falta-me o à vontade
Acabo por me calar
Falta-me o jeito
Ponho-me a escrever e rasgo
Cada vez a tremer mais
Que as vezes até me engasgo
Nada a fazer
E é por isso que eu te conto
É tarde para não dizer
Digo como sei e pronto
Eu não sei o que é que te hei-de eu dar Nem te sei inventar frases bonitas
Mas aprendi uma ontem, só que já me esqueci
Então olha eu gosto muito de ti
Quadrilha
1 comentário:
Obrigada mana.
Andava à procura da letra: é simplesmente maravilhosa *
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