quarta-feira, abril 12, 2006

O mar não é de ninguém

Se um dia eu não voltar
desenha o meu nome no chão
pede um desejo às ondas do mar
e guarda-o na tua mão

Sempre que a noite vier
quando não houver luar
dá o desejo a uma onda qualquer
e pede-lhe para eu voltar

Tenho um sorriso guardado
no aguardar dos rochedos
dizem que o tempo é que acalma as mágoas
Quem será que acalma os medos?

(Quadrilha Quarto Crescente)

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